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O que Muitas Vezes os Trabalhadores se Esquecem

Os equipamentos de proteção individual dos trabalhadores são muitas vezes esquecidos na hora de ir trabalhar, e esta é uma das principais causas de acidentes de trabalho. A falta de consciência ou conhecimento sobre o seu uso faz muitas vezes com que os trabalhadores não incluam os EPIs na sua rotina de trabalho. 

A proteção pessoal não elimina os riscos, mas pode diminuir bastante o número de acidentes graves. É preciso avaliar os riscos e perceber que é indispensável usar umas botas, umas luvas, um capacete ou outros equipamentos de proteção.

Não nos confundamos! A roupa de trabalho e os uniformes que não estão especificamente desenhados para assegurar a segurança e a saúde do trabalhador não são considerados EPIs.

Os EPIs estão classificados em 3 categorias em função do tipo de risco esperado:
Categoria 1 - Equipamentos que são destinados a proteger contra riscos mínimos como acidentes mecânicos com efeitos superficiais, condições atmosféricas extremas, radiações solares, etc.
Categoria 2 - Equipamentos destinados a proteger contra riscos de grau médio ou elevado, mas que não tenham consequências irreversíveis, como pode ser o caso do uso de  calçado de segurança num pequeno armazém.
Categoria 3 - Destinados a proteger contra riscos de consequências mortais ou irreversíveis, como os equipamentos de proteção respiratória em trabalho de remoção de amianto ou para os trabalhos com riscos elétricos.

Então, como se pode fomentar o uso dos EPIs?
  • Seleccionar o EPI que melhor se adapte ao trabalhador e ao trabalho que este vai realizar, tendo em conta o seu peso, altura, condições climatéricas, tipo de trabalho, etc.;
  • Consultar o trabalhador (de modo individual, em grupo ou mediante um comité de segurança e saúde) antes que alguma decisão seja tomada sobre todos os modelos existentes de EPIs, com o intuito de evitar adquirir equipamentos que não se adequem àquela pessoa em específico;
  • Informar clara e previamente os trabalhadores da importância dos EPIs, facultando instruções claras e compreensíveis para os trabalhadores;
  • Realizar formações práticas sobre a utilização dos equipamentos, como por exemplo as formações de trabalhos em altura, onde é fundamental explicar como funciona e como vestir o arnês.

De nada serve dotar e fomentar os equipamentos de proteção se não são usamos correctamente, dando importância também ao armazenamento e conservação dos mesmos. 
Deve-se sempre seguir as instruções do fabricante à risca, tais como:
  • Instruções de armazenamento, utilização, limpeza, manutenção, revisão e desinfestação;
  • Categorias de proteção, atentando nos diferentes níveis de risco, limites de utilização;
  • Data de validade;
  • Possibilidade de conjugar com acessórios;
  • Tipo de embalagem para um transporte adequado.
Dar uso aos EPIs é uma forma de dar valor à nossa organização, já que participamos na implementação da prevenção.

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