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A Importância da Prevenção contra os Riscos Laborais



Segundo a OIT - Organização Internacional do Trabalho, o Trabalho mutila, provoca enfermidades e, em alguns casos, mata. Não por desventura, mas por negligência; não por ausência de normas, mas pela sua violação; não por pobreza, mas por falta de Prevenção…

O EUROSTAT revela que 5.720 pessoas morrem anualmente na União Europeia em consequência de acidentes de trabalho, sendo que a cada 3,5 minutos morre 1 pessoa por causas relacionadas com o trabalho.** E são as PME que registam, de forma desproporcional, 82% das lesões relacionadas com o trabalho e 90% dos acidentes mortais.*

Lançando um olhar breve sobre o tecido empresarial português, facilmente se constata que somos o retrato dos acidentes de trabalho a nível Europeu. 

Se não quiser figurar nestas estatísticas, o reconhecimento da situação atual da Segurança e Saúde no Trabalho (SST) na sua empresa é o primeiro passo para o estabelecimento de um plano eficaz de prevenção de acidentes de trabalho.

A Cultura de Prevenção deve passar por: 
  1. Combater o Risco na origem, substituindo o que é perigoso pelo que é isento de perigo (ou menos perigoso). Atenção para um erro recorrente na implementação destas medidas que é a transferência de riscos, ou seja, para solucionar um perigo, criamos outro perigo!
  2. Priorizar as medidas de proteção coletiva e sempre que necessário utilizar as medidas de proteção individuais como EPIs que chegam a reduzir o risco de um acidente de trabalho em 80%;
  3. Adaptar o trabalho ao indivíduo e ao progresso técnico;
  4. Sensibilizar os trabalhadores para o perigo e para as medidas de prevenção e fornecer-lhes instruções adequadas sobre as medidas de proteção e a sua utilização.

Tendo a solução, a pergunta que nos colocamos é qual o custo de uma Cultura de PrevençãoO passo primordial será apercebermo-nos que a Cultura de Prevenção é um investimento!

Os acidentes de trabalho resultam em paragens e instabilidade nos períodos laborais. Sendo graves podem incapacitar o trabalhador ou mesmo matá-lo, o que irá afetar as famílias, os colegas de trabalho e até mesmo a imagem da própria empresa no mercado. Aliado a isto, devemos ainda contabilizar os outros custos associados à perda de vidas, tais como dias de trabalho perdidos (custos e perturbações do processo produtivo), despesas de recrutamento e formação de novo pessoal, reformas antecipadas, prémios de seguro, etc. 

Urge assim uma aposta no nosso capital humano, nas nossas capacidades, no nosso potencial através de uma formação sólida para minimizar os riscos! É necessário que todos os trabalhadores saibam trabalhar de forma segura e que todos saibamos procurar e implementar a Cultura de Prevenção.

*Fonte: GEP – Gabinete de Estatística e Planeamento do Ministério do Trabalho que resultante de informação recolhida através das participações de acidentes de trabalho às Seguradoras de 2000 a 2008 e disponível online no site da mesma.

**Fonte: Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho

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